Posts filed under 'Marketing'

2º EBAI – Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação.

Por:Marcio Hanashiro

Este final de semana rolou a segunda edição do EBAI – Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação.

Coffee breaks, almoços, happy hours, Guitar Hero e muita interação; Foram assim os dois dias de apresentações realmente valiosas.

O evento contou com alguns gringos, o inglês Philip Rhodes (fhios), o americano Lucas Pettinati (Yahoo!) e o português Paulo Jorge da Cunha (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto).

Contou também com duas palestras incríveis sobre os cases da ESPN e EGO (globo.com), que em minha opinião foram os melhores. Cases que mostraram os bons resultados da arquitetura de informação bem trabalhada.

Assim como todo assunto sério tem seu lado cômico, coisas engraçadas não poderiam faltar. Uma idéia divertida de Ale Nahra que fotografou e fez uma galeria dos nerds mais estilosos.

O evento foi muito bom, trocar informações e entender como as outras empresas trabalham e se sentir parte de uma comunidade que deseja aprender mais a cada dia!

Add comment Outubro 20, 2008

Crise financeira mundial

A crise financeira internacional derruba bolsas no mundo inteiro, ameaça bancos e provoca uma corrida de investidores para evitar aplicações de risco. Ouça com atenção o que um grande investidor de Etérnia pensa sobre o momento de alerta dos mercados financeiros.teset

Vi no Tigre de Muleta: http://www.tigredemuleta.net

Add comment Outubro 16, 2008

Organização e cultura organizacional

Por:Marcio Hanashiro

Sabe quando você está no trabalho e questiona o funcionamento ou forma de gestão da empresa? Então, hoje vou falar sobre cultura e política corporativa.

A organização de uma empresa consiste em sua estrutura, suas políticas e sua cultura.
O risco de uma organização rígida cresce quando o ambiente de negócios tem transformações rápidas, como por exemplo, a internet.

O grande lance é que mudar a política da empresa pode ser a chave para programar uma estratégia de sucesso, lembrando que mudar a cultura é quase impossível.

A cultura da empresa se desenvolve naturalmente de acordo com os traços do empreendedor como, por exemplo, a Microsoft que tem sua cultura competitiva ao extremo perpetuada por Bill Gates.

Um exemplo de troca de política foi a Yahoo em 2001, quando estava em baixa. Com a entrada de Terry Semel como CEO, a nova ordem era regrar as ações baseando-se em testes e análises e não mais em sessões de brainstorming. Criou-se um conselho para avaliar os novos projetos e a empresa voltou a crescer.

Nem sempre a mudança de política dá certo, principalmente quando ocorre uma fusão entre empresas, a Cooper & Lybrand, uma das maiores empresas de consultoria do mundo, fez um estudo com 100 empresas envolvidas em fusões problemáticas e 855 executivos entrevistados declararam que o maior problema é o choque de modelos de gestão.

Eu compartilho da visão de Gary Hamel e acredito que ações criativas vêm de muitos lugares da empresa, basta identificar e organizar para que a política empresarial seja um fator positivo e colabore para o sucesso.

Add comment Outubro 14, 2008

Definição da missão corporativa

Por:Marcio Hanashiro

Nos últimos dias, o meu chefe, apresentou um mix de informações sobre os planos da empresa (Focusnetworks, onde sou Coordenador de Criação), os novos clientes, novos funcionários e uma coisa que pra falar a verdade eu não tinha lido até hoje, a missão da empresa.

Isso aconteceu por que estamos no meio de um processo de planejamento estratégico em nível de divisão, onde as unidades de negócios preparam seus planos.

A missão declarada foi:

“Utilizar ao máximo o potencial da Internet para inovar com soluções, a fim de valorizar ao máximo os negócios dos clientes”

Bem legal mas como saber se atende os nossos objetivos?

Para definir a missão corporativa, a empresa deve responder às “Perguntas fundamentais de Peter Drucker” que são o conjunto de informações básicas que quem dirige um negócio deve saber:

Qual é o nosso negócio?
Quem é o cliente?
O que tem valor para o cliente?
Como será o nosso negócio?
Como deveria ser o nosso negócio?

As boas declarações de missão normalmente são feitas através de uma visão que proporciona à empresa uma direção para os próximos 10 anos ou mais e tem três características:

1- Numero limitado de metas.

2- Valores que a empresa pretende defender.

3- Definição das principais esferas competitivas que operará.

Esferas competitivas

Esfera setorial, esfera de produtos e serviços, esfera de competências (tecnológicas), esfera de níveis de canais (sua participação) e a esfera geográfica. As esferas delimitam os objetivos da empresa.

É importante saber que existem dois tipos de definição, a de produtos e a de mercado, por exemplo:

Columbia Pictures, em sua visão por produtos faz filmes e em sua visão por mercado promove entretenimento.

Analisando os pontos citados, eu faria a missão da seguinte forma:

Utilizar meios online para estreitar a relação entre os clientes e empresas com soluções inovadoras, a fim de valorizar os negócios e criar referências no mercado.

Por favor, mandem mais idéias!

4 comments Outubro 13, 2008

Coisas sobre o marketing

Por:Marcio Hanashiro


Ontem estava eu assistindo aula de Empreendedorismo e Inovação, enquanto por algum motivo que não lembro bem, meu professor falava de algumas ações de Paulo Freire, enquanto todos discutiam sobre aprender sempre ou coisas assim eu pensava que tudo gira em torno da mesma coisa, o relacionamento entre partes que querem obter algo de outras.
Isso parece ser um pouco estranho, mas vou tentar explicar. Ando estudando muito, Marketing de relacionamento, web 2.0, construção de cenários, design e isso me fez ter uma visão diferente das coisas, aquela história de que “para um menino com um martelo tudo é prego” faz sentido de uma forma impressionante, estou vendo tudo como uma grande empresa e seus clientes e isso de certa forma tira a beleza das coisas que grandes pessoas fazem, como por exemplo, Paulo freire.
Paulo Freire delineou uma Pedagogia da Libertação, relacionada com a visão marxista do Terceiro Mundo e das classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e dar consciência  política aos desentendidos. As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização.

Ele fazia isso para ajudar pessoas e melhorar o mundo usando a educação, mais vamos ver de uma forma corporativa.

Os Alunos

Imagine Paulo Freire como uma empresa que presta o serviço de educar. Ele usava coisas de uso diário de seus alunos para ligar a matéria, ou seja, é como fazer uma pesquisa de mercado para conhecer o seu cliente. Viajar para lugares novos, conhecendo pessoas novas e ensinando de maneiras novas isso lhe dava o conhecimento de métodos para tipos diferentes de alunos, isso é exatamente o que fazemos todos os dias, aprender mais sobre os tipos de clientes que temos ou podemos atingir.

Referência

Paulo nos mostrava de varias maneiras suas técnicas e experiências através de livros, documentários, e outras ações. Ele se tornou uma grande referencia como educador, vejo isso em muitas empresas, que tentam em seus informativos, blogs, sites e outras mídias, ditar as novas regras do mercado, gurus brotam de toda parte, especialistas na modinha do momento surgem o tempo todo, não temos pra onde correr, temos que enfrentar o mercado e ajudar as boas referencias a ditar as regras, imagina se ao invés do construtivismo as escolas ainda batessem nas mãos das crianças?
Engraçado como tudo se encaixa no mundo do marketing, leia o pensamento abaixo e tente encaixar em sua empresa:

“Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão.”
Paulo Freire

Add comment Outubro 10, 2008

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